terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A Pessoa em "A Viagem Cancelada"

A pessoa é do tipo: tirem a minha lata de leite condensado, mas não tirem a minha viagem. Sério, ela só pensa em viajar. Pra vocês terem uma ideia, quando era criança este ser ficava na dúvida se queria ser artista de circo e viajar o mundo fazendo contorcionismo, ou se queria ser engenheira cartográfica e viajar o mundo desenhando tudo o que viu.

Bom, quando a pessoa soube que teria recesso no período entre Natal e Ano Novo, o que ela fez? Sonhou, almejou, planejou, pechinchou e organizou uma viagem pra uma praia maravilhosa, em um hotel de frente pro mar, com festa de Réveillon incluída e ainda preparou um vestido todo trabalhado no dourado pra noite da virada. Sintam o nível de expectativa nesse detalhe: até as unhas dos pés foram pintadas de dourado. 

Até que o sogro da pessoa passa mal, é internado (agora já está melhor e por isso já dá pra brincar com a situação) e o marido precisa desistir da viagem em "Família êh! Família ah! Família!".

Aí começa o dilema da pessoa: vou-não-vou?, vô-num-vô?. Depois de despetalar duas dúzias de margaridas brancas perguntando vou-não-vou (uma leve adaptação da brincadeira bem-me-quer-mal-me-quer, quem nunca?), fazer uni duni tê até perder as contas, abrir os cofrinhos das filhas e fazer cara ou coroa com todas as moedas, tirar na sorte até acabar com as folhas de um caderno, pensar, refletir, amadurecer, conversar com as filhas sobre empatia (sem essa parte o rumo da história poderia ser outro), a pessoa finalmente decide. Ela resolve no mais alto estilo maneira-pra-caramba-à-beça abandonar a viagem (entenda-se comida por fazer e cama pra arrumar) e fazer companhia ao marido, ao invés de abandonar o marido no Rio e seguir viagem (entenda-se comida pronta e cama arrumada). “É o amor / Que mexe com minha cabeça / E me deixa assim”. Só pode!

O marido que reconhece que a pessoa é muito gente fina, elegante e sincera, além de ser um espírito elevado, iluminado e desapegado (ta, tô me achando mesmo!) vai ao supermercado, enquanto a pessoa está na praia, faz as compras, arruma tudo e agora aparece com a seguinte surpresinha: uma jarra enorme de sangria geladíssima e cheia de frutas só pra essa "fRor di formusura" aqui.
Agora me digam se a pessoa, que deixou de viajar pra Porto de Galinhas e mergulhar nas piscinas naturais, não merece mesmo mergulhar nessa jarra de sangria e viajar na maionese de pé trocado?

Sangria e esmalte dourado

A história foi postada no Facebook.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Natal, o bem-te-vi


Bem em frente ao nosso prédio tem uma árvore enorme, dessas com a copa bem cheia. Ali vários passarinhos fazem seus ninhos. E é nessa árvore que se trava uma batalha da natureza frequentemente: os micos, sabendo da existência dos ninhos, chegam pra se alimentarem. 

No início da semana quando eu estava saindo eu vi dois micos chegando e um bem-te-vi, que devia ser a mãe, fazendo voos rasantes e atacando os micos. Eu logo pensei em voltar pra casa, pegar algumas frutas e colocar para os micos se alimentarem, assim eles deixariam a bem-te-vi e seu ninho em paz. Mas achei que estaria interferindo na natureza. Com o coração meio apertado eu segui o meu caminho.

Ao retornar um filhotinho tinha caído do ninho e estava ao pé da árvore. Pensei em pegá-lo, mas novamente achei que poderia estar interferindo na natureza e achei por bem deixá-lo ali para a mãe poder encontrar o bichinho.

Dois dias depois o bem-te-vi ainda estava ali, sem a mãe aparecer e ficando cada vez mais fraco. Então, o Antonio o trouxe pra casa com a intenção de cuidarmos para que ele possa voltar para a natureza.


A princípio o colocamos em uma gaiola e deixamos a porta aberta.


Mas logo percebemos que ali dentro ele teria poucas chances de se desenvolver e transferimos o pássaro filhote para o chão da varanda. Assim ficaria mais fácil da Sofia, que ficou apaixonada pelo filhotinho, cuidar dele.


Como o bichinho caiu do ninho no dia do Natal, esse passou a ser seu nome.
No dia seguinte pela manhã bem cedo, todos dormiam, mas eu, mãe bem treinada que sou (além de ser mãe de duas, tenho irmã bem mais nova e já fui mãe de muitos gatos e cachorros) acordei ouvindo o canto do bem-te-vi e uns gritinhos. Dei um tempo pra ver se a mãe biológica aparecia para alimentar o Natal que estava faminto, mas nada. Então levantei e pra minha surpresa o passarinho já tinha dado alguns pulinhos, feito voos bem curtos e estava nos vasos das plantas.


Corri para preparar a minha mais nova especialidade culinária que é papinha pra passarinho bebê. Fiz uma mistura de mamão, banana prata e farelo para canário (era o que tínhamos em pleno final de semana onde as pet shops estão fechadas).


E olha só o bocão! O fato de ele estar perto das plantas o ajudou a aprender a limpar o bico. No primeiro dia a gente estava limpando com o dedo, mas agora ele mesmo já raspa o bico nos galhos.


Durante o dia ele grita pedindo comida e água praticamente de hora em hora. E essa foi a diversão da Sofia, cuidar do Natal. Ela arrumou uma maneira melhor de alimentá-lo que é com um canudo. Assim a comida vai bem dentro da boca. 


E Natal está aqui na varanda recebendo a atenção e carinho da família. Todos acompanhando o desenvolvimento dele e torcendo para que aprenda logo a comer sozinho e a voar para partir livre, leve e solto.


Até a Xina está com um interesse especial no nosso hóspede. Acho que ela também aprovou a papinha de passarinho bebê.



A Cláudia Pinto, do blog Arrumando a Casa e a Vida, também teve a experiência com um passarinho que caiu do ninho. No caso dela foi um sanhaço e ela contou a história emocinante AQUI.

Ensinar as crianças a amarem, respeitarem e entenderem a natureza ajuda no entendimento da própia existência, na importância da qualidade de vida, proporciona perspectiva de futuro. O contato com plantas e animais acalma, faz bem pra saúde. Participar do processo de preservação da natureza traz um entendimento maior da preservação da própria vida. O Natal em dois dias já está fazendo muito bem pra gente, proporcionando alegria e aprendizados. E a Sofia que detestava mamão passou a adorar. Agora é a segunda fruta preferida dela, só perde pra manga.

Editado em 01/01/2015

Nesses dias em que cuidamos do Natal, além de dar comida e água, tentamos ensiná-lo a voar e a comer sozinho. A Sofia leu na internet que o pássaro aprende primeiro a voar e somente depois disso aprende a comer sozinho.

Para que ele aprendesse a voar nós o colocávamos no dedo e balançávamos levemente pra que ele voasse até a plantinha mais próxima.



E assim ele foi tomando coragem, fazendo voos curtos.





Foi ficando mais forte e confiante.



Descobrindo novas possibilidades.


A Sofia espalhou comida pelos galhos das plantas e pelos vasos para que ele aprendesse a comer sozinho.


Hoje pela manhã bem cedo, o Natal me acordou berrando e pedindo comida. Achei que o grito e o canto dele estavam bem mais fortes do que nos outros dias. Dei a papinha de banana, percebi que ele comeu com muito mais força e vontade, fiz carinho na cabeça, no peito e voltei a dormir. Estranhei a demora do Natal para pedir comida novamente e pensei: ele já está crescendo mesmo, até o intervalo de alimentação já está mais espaçado. Quando fui até a varanda, cadê Natal? Tinha voado!

Fiquei feliz e apreensiva com as possibilidades de Natal nesse mundo afora. Mas como disse minha amiga Simone: filho a gente cria pra voar.

sábado, 27 de dezembro de 2014

BC A Semana - Post #46


Foi semana de matar as saudades das filhas que estavam em Cabo Frio com a minha mãe. Não foi uma saudade doída, e sim uma saudade gostosa, feliz por saber que elas estavam aproveitando, se divertindo, criando outros laços, se sentindo seguras, mesmo eu não estando por perto.

- Fomos, eu e o marido, pra Cabo Frio buscar as filhas e as amigas delas que passaram nove dias lá. Aproveitamos para levá-las à Praia das Conchas e à Praia do Peró. Duas praias lindíssimas da região. Acho até que vale um post sobre o local.


- Patinei com elas e curtimos a cidade. Foi um dia que valeu a pena.


- Já no Rio, em meio à correria dos preparativos do Natal, parei pra ver a comédia romântica "Será Que?" com a Ana Luiza. O filme é gostoso de ver, começa bem lentamente e vai ganhando corpo, conseguimos dar boas risadas e mesmo abordando um tema bem clichê, isso é feito de forma diferente porque foca mais na amizade entre a dupla do que no romance em si.



Sinopse do site Adorocinema: "Wallace (Daniel Radcliffe) está sozinho há um ano, após terminar com a namorada depois de vê-la com outro homem. Encerrado o período de luto pelo fim do relacionamento, ele acredita que é hora de seguir em frente. Um dia, em uma festa organizada pelo melhor amigo Allan (Adam Driver), ele conhece Chantry (Zoe Kazan), a prima dele. Não demora muito para que o papo entre eles flua naturalmente e Wallace se ofereça para levá-la até em casa. Mas, ao chegar, ele descobre que Chantry tem um namorado, Ben (Rafe Spall), o que o desanima. Dias depois, Wallace e Chantry se reencontram por acaso e, após uma rápida conversa, decidem ser apenas amigos. A partir de então, eles andam juntos por tudo quanto é canto, apesar de Wallace nutrir um sentimento romântico por ela.".

- Recebemos no blog um kit com itens da Monster High que fez a alegria da Sofia. Essa foto ficou péssima, eu sei, mas AQUI tem um post com fotos lindas.



- Tivemos o nosso Natal com simplicidade, tranquilidade, companheirismo e muita amizade.


- Ganhei presentes de amigas, das filhas e do marido. Amei todos os meus presentes e já comecei a ler "O que eu sei de verdade", um livro de crônicas da Oprah Winfrey, que eu ganhei da Fernanda Reali.


Em uma das crônicas da Oprah ela conta que diariamente fazia um ritual diário de gratidão escrevendo cincos coisas pelas quais era grata. Em determinado momento da vida ela se deixou envolver pela correria e pela agenda lotada e deixou esse ritual de lado. Até que um tempo depois começou a sentir que a vida dela cresceu em vários aspectos, mas a felicidade não. Percebeu então, que tal fato ocorreu justamente porque deixou de priorizar a gratidão.



Tanto a BC Pequenas Felicidades, quanto a BC "A Semana" proposta pela Fernanda Reali, da qual este post faz parte, têm sido o meu ritual de gratidão. É o tempo que eu paro para rever a minha semana e agradecer por todos esses momentos simples que me trazem tanta alegria, ter este post pra fazer me faz focar e prestar mais atenção aos desafios, aos aprendizados, às alegrias do que as dificuldades. Eu recomendo cada um buscar um ritual de gratidão pra chamar de seu.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Nosso Natal 2014

Hoje eu dei uma varrida no blog em busca dos posts de Natal. Eu podia jurar que todos os anos conto como foi o nosso Natal, mas para minha surpresa eu percebi que, na verdade, eu me ausento do blog nesse período e fiz poucos posts desta data. Aí, bateu aquele arrependimento! Por outro lado me estimulou a falar do nosso Natal, coisa que eu estava com uma tremenda preguiça. O blog é pra ser tipo um registro de memórias e boas lembranças, nada melhor do que ter esses momentos especiais, né?

Fizemos a ceia aqui em casa no estilo bem descontraído, sem hora marcada e sem obrigações. Quem quisesse chegar, seria bem-vindo. E isso fez toda a diferença. Acabamos tendo um Natal no estilo rodízio de pessoas e uma comemoração que durou bastante.

Preparamos tudo (que nem foi tanta coisa assim) em casa, com calma, alegria e cooperação.

A Ana Luiza e a Sofia fizeram juntas a especialidade da Ana Luiza.


Rabanadas Recheadas (receita no Recanto das Mamães Blogueiras).



A madrinha da Sofia chegou cedo e ajudou na especialidade da Sofia.




Arrumamos a nossa mesa.


E recebemos a madrinha da Sofia que chegou cedo e ficou um bom tempo com a gente, o mau pai que chegou um pouco mais tarde, a minha irmã que chegou bem tarde, quando a Márcia e meu pai já tinham ido, e no dia seguinte veio a madrinha da Ana Luiza.

Abrimos presentes, trocamos carinhos, conversas e sorrisos. O forte do nosso Natal foi a descontração e a desobrigação. Gostei muito desse esquema mais à vontade.

Já li em vários lugares, ouvi e repeti algumas vezes a frase "Felicidade compartilhada é felicidade dobrada". Hoje eu vou além e digo que vida compartilhada é mais bem vivida por ter mais possibilidades de aprendizado. A nossa maior fonte de aprendizado é através da troca com outras pessoas, principalmente quando essas são pessoas queridas. Compartilhar nossa ceia e nossa noite de Natal com amigos e família fez o nosso Natal mais rico e verdadeiro.

Outros posts de Natal:

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Filha fotógrafa, filha modelo.


Eu adoro ganhar presentes, mimos, lembranças, etc. Gosto mais ainda quando esses presentes deixam as minhas filhas felizes. E foi assim com o kit da Monster High que recebemos através do blog.

A Sofia é apaixonada por essas bonecas e até já teve festa de aniversário com este tema. Imagina a felicidade da criança ao chegar em casa e ter duas caixas enormes para abrir. Agora imagina a cara de surpresa quando ao abrir as caixas começam a sair bolsa, mochilas, cadernos e óculos, tudo da Monster High?!

Felicidade de filha é felicidade de mãe!

Daí a mãe vai trabalhar, passa o dia fora, volta e pergunta para as filhas, o que elas fizeram e a resposta é: brincamos de fotógrafa e modelo. E a mãe começa a babar nas fotos.






óculos Monster High da Chilli Beans

óculos Chilli Beans para crianças


óculos Chilli Beans para crianças

óculos Chilli Beans para crianças


óculos Chilli Beans para crianças

óculos Chilli Beans para crianças

  • Com a bolsa preta da linha Monster High da Sestini.


  • Com a mochila preta da linha Monster High da Sestini.
  • Com a mochila de rodinha da linha Monster High da Sestini.

  • Com a bolsa de caveiras da linha Monster High da Sestini.



  • Com a mochila de caveiras da linha Monster High da Sestini.


  • Com os cadernos de linha Monster High da Tilibra.




E eita coisa difícil pra mãe é escolher foto de filha, né? Nossa, pra mim é praticamente impossível porque eu gosto de todas. E esse processo fica mais difícil ainda quando as fotos são de filha feitas por filha. Mas pra completar a minha alegria, a Ana Luiza, autora das fotos, não só selecionou as imagens para este post, como editou.

Esse foi um presente que não somente fez a Sofia feliz pela questão material, mas proporcionou um momento de brincadeira entre as irmãs; motivou a Ana Luiza e a Sofia a gostarem mais do blog, pois foi ele que proporcionou isso a elas, gerou a oportunidade da Ana Luiza participar do blog e ainda sentar para preparar o post comigo e com isso tudo eu fiquei muito feliz e agradecida a In Press Porter Noveli, assessoria de imprensa das marcas citadas.

PS: Claro que a Xina também participou da brincadeira e teve seus momentos de "modelete".




segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um dia que valeu a pena


Estava eu no meu quarto após um banho relaxante com a preguiça ali na porta querendo entrar e se instalar, e com a seguinte dúvida em mente: durmo um pouco; faço uma focaccia, receita que aprendi no workshop de alimentação funcional e eu estava doida pra experimentar; ou vou patinar com as filhas?

Até que eu percebi que esta dúvida estava me congelando. Enquanto eu ficava ali pensando no que fazer, ou não, na verdade fazia absolutamente nada.

Resolvi então, pensar no que eu queria fazer e no que eu precisava fazer. Mas não naquele “precisar” de obrigação. E sim no que eu precisava fazer para me sentir leve, alegre, feliz e com uma energia boa. Muitas vezes a vontade de fazer várias coisas, de fazer o tempo valer, é grande, mas o corpo pede descanso e a mente pede para desacelerar. Outras vezes a preguiça domina, a prostração se instala e depois vem aquela sensação de perda de tempo.

Olhei pra dentro e percebi que, apesar de aquela caminha estar convidativa, eu precisava de movimento, de liberar energia, ou melhor, de trocar energia com pessoas queridas. Me sacudi, me mexi e dei um chega pra lá na tal da preguiça.

Fiz a focaccia com alegria e com a ajuda da Pepenha. Nós duas na cozinha, conversando, deixando cair um ovo no chão, derrubando meia xícara de farinha de arroz, mas tudo era motivo de riso e diversão. A focaccia, nesse clima, ficou cheirosa e deliciosa. E eu experimentei a satisfação de ver a galera saboreando algo preparado por mim, na verdade por nós. Postei a receita da focaccia AQUI.



Depois peguei os patins, as filhas, as amigas das filhas, e fomos pra praça patinar. Mais uma vez rimos, giramos, fotografamos, observamos o pôr do sol, filmamos, nos apoiamos, nos divertimos.




A essa altura a preguiça já estava lá na cama, conformada, esperando o final do dia, a hora do sono, pra me dominar e aí com a minha autorização.

Olhar pra mim, perceber o que o meu espírito realmente desejava, estar consciente do que realmente valeria a pena naquele momento e estar aberta a essas experiências fez com que eu tivesse mais um dia proveitoso. Um dia que valeu a pena!

sábado, 20 de dezembro de 2014

BC A Semana - Post #45


Essa foi a primeira semana de férias totais das filhas amadas e elas foram aproveitar na casa da vó do forró. Mas não pensem que foi molezinha pra mim por aqui, já que estava sem filhas, não. Foi uma semana pauleira no trabalho e para compensar o estresse tive alguns momentos de descompressão.

- Passamos o final de semana em Cabo Frio e levamos ao pé da letra a expressão "aproveite o dia faça sol ou faça chuva". O nosso banho de chuva na praia foi inesquecível!




- Depois de um dia intenso de trabalho, e pra começar a semana bem, eu saí com uma amiga para conversar e conhecer uma casa de vinhos relativamente nova. A sangria estava deliciosa, a comidinha bem saborosa. a tábua de antepasto muito gostosa, crème brûlée com calda de frutas vermelhas muito saboroso e tudo acompanhado de uma conversa maravilhosa em um ambiente descontraído. Bom demais.



- Final de ano é época de encontros, confraternizações e comemorações, né? Então aproveitei para encontrar com amigas em um barzinho bem legal. Este eu já tinha ido com o marido e levei as amigas para conhecerem. Brindamos as amizades, rimos do passado e planejamos o futuro (diga-se viagens e mais viagens).


- Aproveitei o tempo disponível para relaxar no cinema com o marido. Fomos assistir a cinebiografia nacional Tim Maia. Eu já tinha visto o musical e gostado bastante. O filme é mais focado na história conturbada e de sucesso do cantor, enquanto o musical é mais focado nas músicas e no sucesso em si. Faz sentido! O filme é emocionante, com boa mistura de música e a história da vida do cantor com doses de muito humor. Antes do cinema fizemos uma parada para um lanche com direito a dividir uma supersobremesa.


- E rolou mais encontro. Dessa vez a minha passagem foi tipo relâmpago, deu pra conversar rapidinho, dar alguns abraços, trocar presentinhos, risadas, e ainda fiquei com um gostinho de quero mais.


- Fui com o marido conhecer o novo bar "Comedoria" recém-inaugurado no Leblon. O Comedoria é o casamento, que tem de tudo para dar certo, do bar Belmonte, de Antônio Rodrigues, com o Aconchego Carioca da Katia Barbosa. E eu estava curiosíssima pra conhecer. Amei os quitutes, o ambiente e a caipi raspadinha de doce de jaca. 



Todos esses momentos de descompressão foram intercalados de muitas saudades e troca de mensagens carinhosas com as filhas.


Por mais que a vida esteja corrida, que a pressão seja intensa e a saudade maior ainda, sempre podemos rechear os nossos dias com momentos poderosos e que sejam fonte de recarga de energia e despressurização. 

Este post faz parte da Blogagem Coletiva "A Semana" proposta pela Fernanda Reali. Passe lá para ver como foi a semana das outras amigas participantes. Essa blogagem é um estímulo a aproveitarmos mais as nossas semanas.
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