quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Descubra e Divirta-se - Casa da Ciência



A Casa da Ciência, Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ, é um museu interativo com exposições bem interessantes que têm o objetivo de popularizar a ciência.

No momento está em cartaz, até o dia 19 de dezembro de 2016, a exposição "Descubra e Divirta-se".


A exposição não é muito grande, mas superinteressante e divertida. Traz vários experimentos interativos que explicam a física com brincadeiras.

Começamos congelando a nossa sombra. Deu até uma sensação estranha seguir a exposição deixando a nossa sombra lá grudada na parede. 


Vimos que o nosso corpo conduz eletricidade. E tinha gente "mais elétrica" do que a outra. Aprendemos que isso ocorre por vários motivos. Até a quantidade de sais minerais no nosso corpo pode influenciar na quantidade de eletricidade que ele conduz. 


As amigas viram que unidos conduzem eletricidade, separadas não.


E como fica a sua voz depois de passar por um tubo de 170 metros?



Brincaram com a gravidade.


Brincaram com com velocidade e confirmaram que a energia não se perde, ela se transforma.


Pedalaram para gerar eletricidade.


Brincaram com a própria força.


Agora ficou fácil! Será que a Sofia ficou mais leve? Claro que não. E na nossa casa, em que local esse mesmo mecanismo funciona? Alguém sabe?


Os experimentos expostos despertam a curiosidade e o interesse por “como as coisas funcionam”.

Por que quando colocamos o dedo molhado na cortina de sabão ela não estoura?


Quando eu vi a exposição pela primeira vez já achei que as meninas se interessariam, mas não imaginei que fosse tanto. Estimei que em meia horinha iríamos percorrer todos os experimentos. Na verdade ficamos por uma hora e meia com elas interessadas, ouvindo atentamente as explicações e se divertindo.



Os monitores são alunos da UFRJ superateciosos e mega simpáticos e explicam de forma estimulante e com a maior paciência.

Mostrei aqui apenas algumas das atrações que fazem parte da exposição. Lá a gente aprende e se diverte com mais alguns experimentos que mostram o estudamos nas aulas de física, na escola, e o que acontece no nosso dia a dia, pois a f´isica está por toda a parte.


Casa da Ciência – Exposição Descubra e Divirta-se (até 18/12/2016)
Rua Lauro Müller, 3
Funciona: 3a a 6a – 9h às 20h e Sábados, domingos e feriados – 10h às 20h. Fecha 2a.
Entrada Franca
Mais informações: facebook.com/casadaciencia ou no site Casa da Ciência

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Da Urca até o Santos Dumont de Bicicleta


Andar de bicicleta é um ótimo programa para curtir sozinho, com amigos e coma família. Além de ser um ótimo exercício é bom para relaxar, desestressar. Bom, eu adoro!

Pedalar tendo o Rio como pano de fundo fica melhor ainda. 



É uma ótima maneira de ver a cidade com outros olhos e passar por pontos que antes não conhecíamos.

Com a ciclovia que interliga vários pontos da cidade passamos a ter vários roteiros possíveis para o passeio de bicicleta. Nesta semana eu fiz o percurso Urca até o aeroporto Santos Dumont com a Ana Luiza.

Usamos o sistema de compartilhamento de bicicletas que é baratinho, mas ultimamente não tem sido muito fácil encontrar uma bike nas estações. Isso significa que está sendo muito usado pelo povo. Bom, né? Neste dia, por exemplo, demoramos uma hora para conseguir duas bicicletas disponíveis nas estações próximas.


Nosso ponto de partida foi a Urca.

Saímos da Praia Vermelha, atravessamos a pracinha para pegar a ciclovia em frente a Escola de Guerra.


Dali seguimos a ciclovia tranquilamente passando em frente ao Museu de Ciências da Terra e ao Instituto Benjamin Constant até chegarmos à Enseada de Botafogo.


Visual lindo a frente, com o Pão de Açúcar e ao fundo o Cristo Redentor.


Curtindo essa vista fica fácil, fácil de pedalar em direção a Praia do Flamengo até o Monumento a Estácio de Sá. É ali que o Pão de Açúcar fica mais próximo.


Depois de passar pelo monumento, viramos a direita para seguir a orla passando pela antiga churrascaria Marius. Um outro ponto ótimo para parar e apreciar o visual. 


Passando dali chegamos a Praia do Flamengo. A pista ali é bem larga e a praia tem sido aproveitada para a pártica de vários esportes. Um verdadeiro centro de lazer ao ar livre. Tem escolinha de tudo! Vôlei, futevolei, SUP, tênis de areia, funcional, futebol, slakline, canoa havaiana e tênis. 

Ao final da Praia do Flamengo contornamos a Marida Glória  para continuarmos beirando a Orla. De um lado os barcos e do outro o Outeiro da Glória.


Pedalada aqui, pedalada ali, chegamos ao MAM, velho conhecido nosso. Aproveitamos para ver a expo "Favelagrafia" com 180 fotos de 9 comunidades feitas pelos próprios moradores. Como estava vazio, tiramos a onda de ver a exposição de bike. 


Do MAM podemos seguir pela ciclovia, mas preferimos continuar pela orla em direção ao Santos Dumont, passando em frente ao clube do Vasco da Gama, beirando todo o aeroporto até o final da ciclovia onde a vista mais uma vez é de tirar o fôlego.



Dicas para o passeio de bicicleta:

- Lembrar de passar protetor solar.
- Levar uma garrafa de água. Apesar de ter alguns pontos para beber água de coco e pontos de venda de água, eles são distantes.
- Se for para para fazer fotos, sair da ciclovia.
- Se for usar usar as bicicletas compartilhadas, o legal é baixar o aplicativo  no celular, comprar o passe antes e verificar as estações com bicicletas disponíveis.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Casa da Marquesa de Santos - Alegria e Decepção



"O Cluster" é um evento bem modernoso de moda, design, arte e gastronomia que rola no Rio. 


Casa da Marquesa de Santos recebe  O Cluster


As edições são sempre bem transadas, em locais descolados, 


Casa da Marquesa de Santos recebe  O Cluster



com gente criativa, música boa.



Casa da Marquesa de Santos recebe  O Cluster


Mesmo com tanta coisa legal, o que mais me atraiu na 18ª edição da feira que movimenta a economia criativa carioca, em comemoração aos seus quatro anos, foi o local de realização: a Casa da Marquesa de Santos.

Museu do Primeiro Reinado

Um casarão supercharmoso que fica em São Cristóvão, o Bairro Imperial, onde morou a Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, a mais famosa amante de Dom Pedro I.

Museu do Primeiro Reinado


O palacete já foi o Museu do Primeiro Reinado dedicado à preservação da memória do período do reinado de Dom Pedro I no Brasil. Além da beleza arquitetônica, o acervo incluía mobiliário, artes decorativas, pinturas e outros objetos da época. A visita ao exemplo de residência nobre do início do século XIX era uma volta ao tempo onde os visitantes podiam caminhar pelos ambientes elegantes e sentir um pouco de como era o modo de vida da aristocracia brasileira da época no Rio.


Lá pelos anos de 2008 e 2010 o museu já estava sem manutenção, mas mesmo assim estava aberto ao público, tinha eventos culturais e fazia parte do roteiro turístico "Rio Imperial". 

Consegui a foto abaixo no post de 2008, no blog "Relatório Virtual", em que o autor fala da visita ao museu e reclama do estado de abandono.



Eu não sei exatamente quando o museu foi fechado para reforma. Sei que em 2012 o Museu do Primeiro Reinado já se encontrava fechado para reforma. Sei que durante o período que eu trabalhei em São Cristóvão, esperei ansiosamente a reabertura do museu que contrariando a muitos historiadores passaria a ser o Museu da Moda.

Então imagina a minha alegria quando soube que o evento seria lá. Finalmente poderia entrar naquele lugar. 

Museu do Primeiro Reinado
O jardim é lindíssimo com árvores enormes, muita sombra 


Museu do Primeiro Reinado

e um lago charmosinho. Já adorei essa parte do jardim.

Museu do Primeiro Reinado

A casa é imponente, as duas escadas, as sacadas, as janelas, tudo só fazia a minha expectativa para ver como estava a casa por dentro aumentar. 


Museu do Primeiro Reinado


Mas quando finalmente cheguei ao interior, me decepcionei. Bateu um desânimo total. Se depois de pelo menos quatro anos fechada para reforma a situação é essa, imagina quando o museu será reaberto?


Mesmo estando neste estado, caminhando pelas poucas áreas do primeiro andar que estavam abertas para o evento, dá para imaginarmos como a residência foi linda. 



Dá para ver o potencial que tem ali, mesmo com a foto mal feita de um pedacinho de toda a área interditada e sem luz. Dá para sentir uma tristeza enorme pelo descaso. 


O jeito foi fotografar o piso...



De qualquer forma o evento "O Cluster" foi show! 
Adorei ter passeado pela Casa da Marquesa de Santos. Foi para mim um misto de alegria por ver o espaço sendo utilizado e muito bem aproveitado, apesar das condições, e de tristeza por ver que ainda está tão longe de ser reaberto. 

Tomara que rolem muitos eventos por lá e que isso faça gerar grana e incentivo para retomarem as obras e possibilitar a reabertura do museu. 

Em 2015 foi lançado o aplicativo gratuito para Android e IOS, Casa da Marquesa, que permite saber um pouco da história do local que um dia, sabe-se lá quando, será o Museu da Moda, ou não.



Neste link: O Cluster - 4 anos tem as fotos oficiais do evento. Estão lindas e mostram mais do jardim, da casa e do evento em si.

domingo, 27 de novembro de 2016

A Semana 48 - Tempo para tudo



Os finais de semana no Rio estão sempre cheio de eventos e feiras em praças, parques e casarões antigos. Sempre que dá eu aproveito esses eventos para ver as novidades em moda, arte, gastronomia e visitar alguns lugares da cidade.

O final de semana passado foi agitado neste sentido. Eu dei uma passada no "Burburinho" para ver uma amiga que estava expondo por lá. Fui à Primavera Literária no Museu da República para o lançamento do livro "Caderno de Aventuras do Rio de Janeiro" e estive na edição de 4º aniversário de "O Cluster" que foi no Museu do Primeiro Reinado.


Fui ao cinema com a Sofia assistir ao filme  "Animais Fantásticos e Onde Habitam". Mágico! Fantástico!



Fomos na comemoração de um mês do meu sobrinho. Muito amor! Lindo ver a Sofia e a Ana Luiza com o primo no colo. Muito bom matar as saudades de um bebezinho na família.




Durante a semana eu me propus a fazer as minhas funções com as filhas de leva pra cá e pra lá, reunião em escola, levar ao oculista e médico, mais alguns eventos em função do blog e incluí ter um tempinho com alguma amiga. E assim eu fiz. Na segunda almocei com uma amiga e não teve fotos, apenas muita conversa, carinho e amizade.

Aproveitei um fim de tarde bem especial no Rio para pedalar com outra amiga. Entre uma pedalada e outra teve muita conversa, pausa para fotos e para beber água de coco.


Fui convidada pelo blog para uma mesa redonda sobre a Vacina da Dengue que já está nos calendários de vacinação da SBIm. Preciso falar disso no blog com mais detalhes.


Eu estava louca para ver o filme "O Pequeno Segredo", mas sabia que iria chorar bastante. Então nada melhor do que uma amiga para chorar junto e rir também. Aproveitei a companhia da Fernanda Reali para ver retratada na tela a história de Kat e de sua mãe Heloísa. Emocionante. 



Fiz um curso de hidráulica para mulheres a convite da Tigre. Foi bem interessante e ainda encontrei com a amiga blogueira Cris Philene. Dicas simples que ajudam a resolver probleminhas do dia a dia. Saí até com certificação. As torneiras, chuveiros e ralos daqui de casa vão se ver comigo, ah vão!


Vi o filme "O Último Virgem", comédia nacional no estilo American Pie, que estreia em 01 de dezembro, na cabine de impressa que aconteceu no Kinoplex Rio Sul. Até convidei uma amiga para ir comigo, já que a Ana Luiza não quis me acompanhar. Mas a amiga não conseguiu chegar a tempo.
Dei boas risadas com o filme e em alguns momentos pensei muito na fase atual da Ana Luiza que está no último ano do colégio e indo em às festinhas. Segura o coração da mãe!


Ainda assisti em casa na companhia das minhas mais que amigas, das minhas filhas, os filmes:


"A Estranha Vida de Timothy Green", com a Sofia. O filme conta a história de um casal que após várias tentativas para engravidar é informado de que não tem mais nada que possa ser feito neste sentido. Ao chegar em casa, como uma despedida do sonho de gerar o próprio filho, eles fazem uma espécie de brincadeira em que depositam em uma caixa as características e peculiaridades do sonhado e desejado filho que não podiam ter. Enterram a caixinha no jardim. E dessa caixinha cheia de sonhos surge Timothy. O filme é lindo e emocionante. Fala de família,  amor, erros e acertos,  amizade e sobre ser diferente, e de otimismo.





Imagem obtida no site Cineminweb



"Como ser solteira", com a Ana Luiza. Programa bom para mãe e filha 7teen é um filminho no sofá. De preferência daqueles que não são indicados para a irmã pré-teen. O filme "Como ser solteira", disponível no #NOW, caiu superbem nesse propósito. Escolhemos o filme achando que seria uma versão "Se Beber Não Case" feminino. É uma comédia sim, mas não tão nonsense. Tem um enredo consistente e os rumos tomados pela vida amorosa da protagonista surpreendem. Uma boa comédia no estilo mulherzinha com dose de romance e drama, ótima para ver em companhia de amigas e/ou filhas adolescentes e dar boas risadas acompanhadas de muita pipoca.



Visitei uma outra amiga. Passei a tarde na casa dela conversando, comendo bolo, trocamos ideias, carinho e fiquei com a fofura da Memel no meu colo.


Durante esta semana eu me senti sem tempo. Sem tempo para ler, para pintar, para cozinhar, para blogar, para organizar algumas coisas em casa. Eu estava tão angustiada com a minha falta de tempo que ao sentar para escrever o post da semana acabou saindo o post "Sim, o tempo é relativo". Mas agora ao finalmente concluir o post da semana confirmo que o meu tempo rendeu muito. Rendeu conforme eu planejei e priorizei. Deu tempo para tudo o que eu dei foco. Se faltou tempo para ler, pintar, cozinhar e blogar foi porque não foquei nisso.

Este post faz parte da BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.

sábado, 26 de novembro de 2016

Sim, o tempo é relativo





Que o tempo é relativo isso todos nós sabemos, tem até a tal Teoria da Relatividade que prova isso, e sentimos no nosso cotidiano.

A medida do tempo depende.

Depende da nossa ansiedade. Por que a ida sempre demora mais do que a volta? As quatro horas de voo para aquele lugar desconhecido que iremos passar as férias demoram uma eternidade. As quatro horas de voo de volta para casa literalmente voam. A ansiedade em chegar logo em um lugar novo, descobrir e desfrutar o que tem por lá nos dão uma ansiedade que faz parecer que o tempo se arrasta.

Depende da nossa satisfação. As duas horas daquele filme que achamos chato se arrastam, já as duas horas daquele filme emocionante passam despercebidas.

Depende das nossas emoções. Uma noite em claro com filho com febre se arrasta, uma noite virada na festa de Réveillon voa.

Depende da nossa alegria. Uma hora na mesa rindo com as amigas não é nada, nem dá tempo para colocar a conversa em dia. Já uma hora na sala de espera do médico é um tempo enorme e perdido. É mais do que suficiente para pensar na vida toda.

Depende da nossa insônia. Uma noite de sono pesado passa em um piscar de olhos. Uma noite de insônia dura um dia inteiro.

Depende da nossa fome. Quanto tempo demora para o almoço ficar pronto? Depende do fogo. Mas dependendo da nossa fome 20 minutos no forno demoram uma eternidade. Agora se estamos tomando um bom vinho, tendo uma boa conversa em boa companhia, os mesmos 20 minutos parecem um suspiro.

Depende do ambiente. Uma semana em Nova York não dá para nada, passa acelerada, agitada. Uma semana em Caraívas dá para tudo e sobra, passa devagar, tranquila. Mas as duas são ótimas, depende do que queremos.

Depende dos nossos prazeres. As 24 horas de um sábado voam. As mesmas 24 horas de uma segunda-feira podem se arrastar.

Nesta semana eu pensei muito sobre o meu tempo e o que eu tenho feito com ele. Eu tinha a expectativa (o tempo depende da nossa expectativa também) de que, estando euzinha sem trabalhar fora, teria tempo de sobra.

Teria tempo para ler com calma. Eu até me planejei mentalmente (faz diferença planejar mentalmente de planejar na sua agenda) para ir diariamente até a livraria e ler uma hora por dia. Por que ir até a livraria e não ler em casa? Porque eu teria tanto tempo para ler tantos livros que não teria grana para comprar todos. Aí alguns teriam que ser lidos na livraria mesmo. Louca, né?

Teria tempo para pintar com calma. Eu até me planejei mentalmente (faz diferença planejar mentalmente de planejar na sua agenda) para pintar por uma hora todas as tardes no vento fresco da varanda. Já que eu teria tanto tempo para pintar, comprei quatro peças que estão lá ainda na base.

Teria tempo para assistir algumas séries. Eu até me planejei mentalmente (faz diferença planejar mentalmente de planejar na sua agenda) para ficar jogada no sofá, no silêncio da tarde, vendo três episódios por dia.

Teria tempo para escrever no blog. Eu até me planejei mentalmente (faz diferença planejar mentalmente de planejar na sua agenda) para escrever diariamente um post de inspiração do dia e um da minha lista de posts que quero publicar e ainda não fiz. A lista de posts que ainda não fiz só aumentou. Inclusive tem vários posts escritos apenas mentalmente.

Nesta semana por várias vezes eu me peguei pensando que não está dando tempo para fazer tudo o eu imaginava que daria. Me peguei pensando que o tempo quando não estou trabalhando fora passa mais rápido e cabe menos atividades dentro dele. Que, por incrível que pareça, o tempo quando estou trabalhando fora, com 8 horas consumidas pelo trabalho e mais o tempo de deslocamento, é maior, dá mais tempo.

 verdade é que o tempo como uma grandeza relativa, a sua medida, ou determinação, depende do referencial a partir do qual está sendo medido. 

No caso do nosso tempo a medida, a percepção e, principalmente, a elasticidade dele depende de nós. Depende de conhecermos os nossos desejos, os nossos sonhos, as nossas necessidades e as nossas prioridades. Depende de alinharmos com nós mesmos as nossas expectativas. Depende principalmente de planejarmos os nossos dias de acordo com o nosso referencial de satisfação. Com aquilo que vai nos deixar felizes por ter realizado, por ter cumprido. Com equilíbrio entre responsabilidades e diversão. 

Sabe aquilo que Einstein em sua teoria chamou de dilatação do tempo? Então, depende de nós a tal elasticidade do nosso tempo. A mágica de fazer caber dentro dele os nossos desejos e os nossos sonhos. 

Como diz a música "Oração ao Tempo" de Caetano Veloso:

"Tempo tempo tempo tempo / Compositor de destinos / Tambor de todos os ritmos / Tempo tempo tempo tempo"

Podemos ser compositores dos nossos destinos e dar o ritmo aos nossos dias.

Agora que eu já consegui um tempo para escrever um post, na verdade eu sentei aqui para fazer o post da semana e saiu algo totalmente diferente, eu vou ali, porque hoje é sábado e quero muito tempo para abraçar as filhas, beijar o marido, rir com as amigas e fazer nada comigo mesmo. 



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